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quarta-feira, 13 de maio de 2015

13 DE MAIO


Um dia sempre cheio de emoção para quem tem devoção a Nossa Senhora. E hoje os nossos utentes estiveram "presos" ao écran da TV, seguindo atentamente as celebrações de Fátima.
Para lembrar e marcar este dia de forma especial, aqui deixamos uma imagem de Maria, bordada por mãos de fada, e que é bonito um quadro que temos na Associação.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Maio, Mês de Maria

 
 Neste dia 12 de maio, vem a propósito recordar 
Que os nossos utentes 
são devotos de Nossa Senhora e gostam de rezar o terço. 
Por isso, neste mês dedicado a Maria e a todas Mães, 
preparamos uma surpresa com um terço diferente… 
 
Começamos por contar uma história 
sobre o significado do terço, projetando as imagens e lendo, 
para se tornar mais fácil a perceção da história.  
Depois, rezamos o terço da forma tradicional, 
mas também com imagens referentes a cada mistério, orações, 
cânticos e a indicação dos textos bíblicos. 
 Foi uma forma de rezar que despertou curiosidade e interesse, 
e que no fim se traduziu em muitas manifestações de agrado, 
com pedido para repetição. 
~
Numa próxima oportunidade assim será!
Que Nossa Senhora continue a ser alegria
e companhia para todos.

CAMINHADA DA ASSOCIAÇÃO

Por entre giestas e pinheiros e para que ninguém se perca a seta o caminho indica! E lá vamos... CAMINHAR… SUBIR… RESISITIR… São certamente os verbos que os caminheiros levam no pensamento a fim de cumprirem o objetivo traçado para esta caminhada.
Há momento que propiciam paragens para apreciar a paisagem, ainda que neste dia o nevoeiro teimasse em a tapar tal como quase acontecia com o primeiro talegre desta subida, mas que mesmo no meio da neblina não escapou a ser “invadido, como fazíamos nos tempos de criança. 
Sabemos que caminhar na serra exige calma, persistência, mas também muito esforço. Cada ingreme subida foi uma conquista que obrigou a parar para descansar, mas também para olhar as maravilhas da natureza e a paisagem avassaladora que se descortinava por entre a bruma e fazia suster a respiração.
Depois da mancha de pinheiro-bravo, alguns eucaliptos e giesta, à medida que se subia a paisagem mudou para a vegetação mais rasteira transformando a serra numa tapeçaria de beleza inigualável. O ar, aqui já muito mais frio, obrigou a apertar os agasalhos! 
O nevoeiro, numa dança entre adensar e o dissipar, em fugazes abertas deixava adivinhar pequenas aldeias que ao longe configuravam presépios brancos a brilhar por entre o roxo da urze.
Mais momentos de aventura registados por causa da chuva que obrigou a improvisar um abrigo de lona para que os caminheiros, ao chegar, pudessem ao menos comer e tomar o café um pouco mais resguardados. 

Os pingos de chuva, por vezes aguaceiros gelados e algum vento, foram companheiros desta caminhada que ainda assim não deixou de ser aquecida em alguns momentos, no alto da serrania, pelo sol que teimava em dar calor ao dia lutando contra as densas nuvens que perseguiam os caminheiros.
Pequenos trilhos ou grandes estradões serpenteiam por entre esta tapeçaria colorida, de onde emergem modificando a paisagem, imponentes torres eólicas com as suas hélices sempre em movimento e parecem soltar rugidos quase ameaçadoras à nossa passagem.

Chegamos ao cimo! Olhamos a grandiosidade das serranias “conquistamos” o Picoto e quase todo o talegre!
Porém, chegar aqui não é a meta… há agora um longo trilho de descida… que não será mais fácil que subida. Vamos a ele!